Cordel do Figueirense Futebol Clube

 

Cordel do Figueirense Futebol Clube


Figueirense Futebol Clube: O Furacão do Estreito

por: Ivaldo Fernandes

Fundado no vinte e um,
do mês junho, lá surgiu,
Figueirense, o grande time,
que Santa Catarina viu.
Com raça e muito orgulho,
foi na luta e persistiu.

O Furacão do Estreito,
assim o povo o chamou.
No bairro do mesmo nome,
foi onde ele brilhou.
Com estádio Orlando Scarpelli,
sua história ali começou.

Em Florianópolis se ergue,
com tradição e com fé.
O time alvinegro segue,
com cada vitória de pé.
É orgulho e é força,
no coração de quem é.

Foi o primeiro do estado,
na elite a competir.
Em setenta e três entrou,
para não mais desistir.
Com garra e com bravura,
decidido a se expandir.

Quinze títulos catarinenses,
levou o Figueira a ser.
Campeão e gigante,
fez o povo aplauder.
Cada taça conquistada,
fez a torcida crescer.

A Copa Santa Catarina,
em noventa conquistou.
Mostrando toda a força,
que o alvinegro mostrou.
Em noventa e seis também,
o Figueira levantou.

O Supercampeonato,
também veio pro Furacão.
Foi noventa e seis o ano,
de glória e consagração.
Mostrando que o Figueira,
sempre foi campeão.

Pesquisas o apontaram,
como o mais lembrado sim.
Em dois mil e sete ali,
no estado sem ter fim.
Foi a marca preferida,
no coração que é afim.

O estádio é casa cheia,
quando o Figueira está lá.
A torcida apaixonada,
vem em peso a apoiar.
No Scarpelli ecoa,
a força de um Ceará.

Fernandes foi o herói,
da torcida do Figueira.
Com raça e com talento,
honrou sempre a bandeira.
No campo foi guerreiro,
e a torcida inteira.

Rafael Coelho brilhou,
na Máquina do Estreito.
Deixou sua marca forte,
como um herói perfeito.
Foi ídolo e foi grande,
no gramado, sem defeito.

Edmundo, grande craque,
também honrou o manto.
Sua história ali marcada,
em campo e em cada canto.
Deixou o seu talento,
com garra, fé e encanto.

Calico foi gigante,
nos gramados a lutar.
Foi exemplo de coragem,
com a bola a encantar.
E o povo o reverencia,
em cada canto e lugar.

Aldrovani foi um astro,
do Figueirense também.
Nos gramados do Estreito,
ele sempre foi alguém.
É lembrado com carinho,
na história que contém.

Edson Bastos no gol,
era força e proteção.
Fez defesas memoráveis,
com garra e precisão.
Foi muralha no Figueira,
defendendo o coração.

Albeneir foi o atleta,
que encantou com sua cor.
No gramado fez história,
no alvinegro com ardor.
Deixou sua marca firme,
como grande jogador.

André Santos na defesa,
foi o forte e o valente.
Na Máquina do Estreito,
lutou por toda a gente.
Seu nome é respeitado,
no time eternamente.

Cléber foi mais um guerreiro,
que fez história ali.
Com cada lance preciso,
fez o povo aplaudir.
No gramado foi gigante,
a torcida a sorrir.

Abimael foi exemplo,
de dedicação e fé.
Lutou com toda garra,
em campo estava de pé.
Seu nome ecoa forte,
sempre que a história é.

O Figueirense é grande,
na história de seu lugar.
O povo o reverencia,
com orgulho a vibrar.
É time do coração,
pra sempre vai brilhar.

Na Copa do Brasil já foi,
lutador e destemido.
Com força e com coragem,
sempre foi bem recebido.
E a torcida aplaude,
o alvinegro querido.

A Máquina do Estreito,
no estado é tradição.
É Furacão e é luta,
no campo é campeão.
E a torcida se orgulha,
em cada grito e ação.

O Figueirense é mais,
do que apenas um time.
É história e é paixão,
é grandeza que exprime.
No gramado é força,
que nunca se reprime.

A bandeira alvinegra,
ergue-se forte e fiel.
É símbolo de vitória,
no estádio é o troféu.
No Scarpelli é festa,
com fé e com anel.

Assim segue o Figueira,
no gramado a lutar.
É Furacão e é raça,
é o orgulho do lugar.
Nosso alvinegro amado,
sempre há de triunfar!

 

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